As séries norte-americanas são as minhas novas novelas…Após me ter desencantado com as novelas (brasileiras e portuguesas) há já alguns anos (há uns anos valentes, para dizer a verdade), comecei a seguir com cada vez mais atenção as séries norte-americanas, que na minha opinião estão cada vez melhores. A última que se juntou ao meu rol de preferidas foi “Prison Break”. Já ma tinham referido, na altura em que começou a ser transmitida nos EUA, mas eu sou uma preguiçosa e só comecei a interessar-me por ela pouco depois de ter começado a ser transmitida no canal nacional. E agora estou uma completa viciada.
Para quem ainda não sabe, “Prison Break” conta a estória de Michael Scofield, um engenheiro estrutural, que se faz encarcerar na prisão, com o fim de ir ao encontro do seu irmão, Lincoln Burrows, que está no estabelecimento prisional de Fox River, no corredor da morte, por ter assassinado o vice-presidente.
Scofield não quer apenas passar algum tempo com o irmão antes deste morrer electrocutado, mas sim tirá-lo de lá, e para isso ele tem um plano, ou melhor, vários planos, planos da prisão que ele engenhosamente colocou à vista de todos. É claro que nem tudo vai correr sobre rodas e haverá muita tensão pelo meio, e algumas agressões, como é próprio de uma prisão de alta segurança.
Cada episódio é de cortar a respiração, nunca se sabe onde é que vai acabar - por vezes pergunto-me como é que eles se vão safar com o caminho que estão a tomar. O argumento está excelente, na minha opinião, e não se deixa cair em redundâncias, como se podia esperar de uma série deste tipo. Além disso, tem a relação amorosa, que a mim me satisfaz sempre – sou uma romântica, que mais dizer?
A segunda época já vai a meio nos EUA e está cada vez melhor.
A minha única esperança é que não andem no arrastanço. Se tiver que acabar, que acabe. O que eu detesto é que andem aí a fazer render o peixe, só para terem audiências, diminuindo a qualidade da série.
Em Fuga...
Publicada por Jubylee à(s) 03:30 4 comentários
Os filmes que perdi em 2006 (take II)
E aí vai mais uma leva de filmes que estavam na minha lista de espera para ver. O que acham destes??










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04 fevereiro 2007
Publicada por Jubylee à(s) 19:32 1 comentários
Menos juízo??
...e lá se passou mais um anito na minha vida.
Só espero tê-lo aproveitado o melhor que pude.
31 janeiro 2007
Publicada por Jubylee à(s) 19:05 3 comentários
No ar
Há alguns anos atrás, esta foi a primeira peça - nesta mesma versão com Yo Yo Ma - que eu ouvi de Astor Piazzolla. Uma bela introdução ao mundo do tango, não é?
Mais tarde, num filme que eu gosto bastante, de Roman Polanski, "Frantic", ouvi outra versão igualmente interessante - pelo menos a meu ver.
27 janeiro 2007
Publicada por Jubylee à(s) 11:47 0 comentários
Os filmes que perdi em 2006 (take I)
Numa altura em que em qualquer blog dedicado ao cinema (e não só) que se visite, só se vê tops dos melhores filmes de 2006, eu achei mais pertinente referir os filmes que tinha planeado ver mas que por variadíssimas razões não pude (ou não quis).
Será que perdi alguma coisa ou fiz bem em não passar em média duas horas por cada filme na sala de cinema??
21 janeiro 2007
Publicada por Jubylee à(s) 01:02 3 comentários
Para acabar o ano em grande
Babel

É o novo filme de Alexandre González Iñárritu e de Guillermo Arriaga, e a última parte da "Trilogia da Morte" que inclui “Amores Perros” e “21 Grams”.
Neste filme as várias linhas narrativas, apesar de ocorrerem em locais geográficos, bastante longínquos entre si, têm como ponto de encontro, o disparo de uma caçadeira. O disparo de uma caçadeira da responsabilidade de dois rapazes, filhos de um pastor marroquino, leva a uma cadeia de eventos que altera por completo a vida de dois turistas norte-americanos de férias em Marrocos e de uma ama mexicana com as duas crianças que tem a seu cargo. Um pouco aparte desta trama, está a estória de uma adolescente japonesa surda-muda, que luta por se integrar na sociedade que a rodeia.
Babel é realmente um filme sobre a comunicação, ou mais precisamente, a falta ou deficiência da mesma. O caso mais óbvio é mesmo o da rapariga japonesa, que além da dificuldade em contactar com pessoas que falam, sentindo-se num mundo àparte, tem problemas familiares complicados, exacerbando a típica falta de adaptação natural da adolescência. Nos outros casos, o problema não é tanto a diferença de línguas. Tanto em Marrocos como no México não há problemas nisso, a deficiência na comunicação existe dentro de cada pessoa, as diferenças culturais e emocionais são verdadeiramente o que falha entre as pessoas.Apesar de Brad Pitt, Cate Blanchet e Gael Garcia Bernal serem os cabeças de cartaz deste filme, na minha opinião passam um pouco despercebidos relativamente a outros actores menos conhecidos (pelo menos por mim) como Rinko Kikuchi (Chieko) ou Adriana Bazarra (Amelia) - não que estejam mal, antes pelo contrário, mas não sobressaem tanto, digamos...
Só uma nota final, para a excelente banda sonora escrita por Gustavo Santaolalla e para os pequenos, mas brilhantes, momentos de Ryuichi Sakamoto.

Este último filme de Martin Scorsese tem andado no “top of the tops” do ano que passou. O argumento de “The Departed” foi baseado num filme feito em Hong Kong: “Mou gaan dou – Infernal Affairs” de 2002, também produzido pela Media Asia Films Ltd.
Este jogo do gato e do rato é composto por enganos, manipulações, ilusões, que encobrem todas as personagens e as enleiam numa teia complicada de destruir.
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03 janeiro 2007
Publicada por Jubylee à(s) 01:46 3 comentários



















