Recapitulando...

Parece que têm saído uma série de trailers novos por aí. Mas eu não os tenho visto e assim aí ficam eles em jeito de apanhado, os últimos e mais quentes que saíram nos últimos tempos.






04 maio 2008

"Is it better to be feared or respected? And I'd say is it too much to ask for both?"

Penso o que aconteceu com o mais recente filme de Jon Favreau, que acabou por ser visto: com algum medo, antes de estrear, de que afinal de contas era mais um blockbuster completamente batido, sem qualquer interesse e repleto de efeitos especiais; e respeitado, pelo menos por mim (mas já ouvi dizer que as críticas um pouco por todo o lado têm sido favoráveis), após a estreia, sendo que o filme afinal tem "something to it".

Depois de um jejunzito de não sei quantas semanas sem fazer uma visitinha à sala escura mais próxima (e também de não escrever nada por aqui...) lá fui "levada" a ver este filme. Levada, é como quem diz...Estava curiosa em relação a este filme, principalmente e como já tinha dito, devido aos actores que nele entravam, nomeadamente Robert Downey Jr., Jeff Bridges, Terence Howard (e pronto, também tem lá a Gwyneth...), já que pouco conhecia do realizador e tinha só algumas noções da estória de BD (só às vezes é que via os desenhos animados que davam na TV quando era mais petiz).

Mas antes de tudo, falemos então do que trata "Iron Man". Tony Stark (Downey Jr.) é o dono de depois da apresentação do seu novo e muito eficiente míssil no Médio Oriente, o comboio militar ouma empresa de armamento - Stark Industries - muito bem sucedido e muitíssimo inteligente, além de ser o típico rico que faz o que quer e não pergunta a ninguém se pode ou não. No entanto,nde ia é atacado por rebeldes da zona e aí tudo vai mudar para Tony, aí surge o primeiro esboço de Iron Man. Quando volta, Stark quer mudar o rumo da sua empresa, mas isso não é fácil, indo contra o próprio sócio, Obadiah Stane (Bridges), e contando apenas com a sua fiel assistente, Pepper Potts (Gwyneth Palthrow) e o amigo militar Jim Rhodes (Terence Howard).

Na primeira meia hora de filme parecia-me mais um filme a exaltar os norte-americanos e a sua luta interminável contra os terroristas (e acaba por ser um pouco assim...), mas a direcção da estória muda um pouco e ficamos realmente interessados em saber como Tony Stark vai conseguir levar a sua avante com a ajuda de Iron Man.
É um blockbuster sim senhora, mas que equilibra muito bem um argumento bem escrito, efeitos especiais, acção e boas interpretações.

A banda sonora, pareceu-me logo de início, foi feita para vender, com muitos sons rock (que é o que se quer em filmes deste género), não obstante a qualidade dos mesmos, incluíndo o clássico dos Black Sabath, "Iron Man" - após ter pesquisado um pouco pela net, verifiquei que afinal, as coisas não são bem assim, contando a banda sonora principalmente com a música composta por Ramin Djawadi e tendo umas faixas de bandas como os Suicidal Tendencies e de Jack Urbont (que não consegui perceber quem é, nem que raio de música é aquela...). Por isso, parece que os sons rockeiros que se ouvem no trailer e no filme vão ficar por aí mesmo...

Este filme conta basicamente como surgiu Iron Man e introduz as personagens principais do enredo da BD, sendo que é mais do que provável que surja uma sequela, a qual é muito bem-vinda por mim.

Este vale para mim o bilhete inteiro, mas hoje em dia há tantos descontos que é sempre fácil pagar o preço de segunda-feira.

É verdade! Muitos já devem saber, mas para aqueles que não tomaram nota e gostam de ver o que mais ninguém tem paciência para ver, deixem-se ficar até os créditos finais terminarem para verem uma pequena aparição de um actor que tem feito de tudo e que parece que vai entrar no mundo "Iron Man".

03 maio 2008

Control is compromised!

Ontem tive de escolher entre rever (de uma forma correcta e sem falhar um minuto) o "Juno" (que já tinha visto nos pequenos ecrãs do avião) ou ver o filme que estreou há uma semana, "Vantage Point - Ponto de Mira". Só vos digo que, ainda bem que desta vez não fui eu que paguei os bilhetes de cinema...

Bem, a estória deste filme consiste no seguinte: o Presidente dos E.U.A., Ashton (William Hurt), está em Salamanca para uma Cimeira que tem como tema principal a luta contra o terrorismo. Há segurança por todos os lados, câmaras de TV também, mas mesmo assim ocorre um atentado contra o dito Presidente que é baleado por duas vezes. Na sua equipa de guarda-costas está Thomas Barnes (Dennis Quaid), que apenas meses antes protegeu o Presidente Ashton de outro atentado recebendo ele a bala e que por isso é posto em causa pelos colegas que não sabem se ele está à altura deste desafio. O atentado é visto de formas diferentes pelos vários intervenientes na estória e só no fim se consegue perceber o engenho que esteve por detrás de todo este acontecimento.

Bem, na minha opinião, este filme é do mais batido que há e não há nada inovador nesta estrutura, escolhida por Peter Travis. É clichés atrás de clichés, não faltando as personagens tipificadas dos terroristas, interpretados por Edgar Ramirez, Said Taghmaoui, um filme a evitar, mesmo que conte com a presença de William Hurt.
Neste filme entra também o actor, agora mais conhecido pela série Lost, Mathew Fox, Sigourney Weaver, Forrest Whitaker e também Eduardo Noriega.

E tenho dito!

12 abril 2008

A Je Recomenda


Como de costume, o link para o filme-concerto está na imagem.

06 abril 2008

I Will Have Vengeance

Ah! Como é bom ter uns dias sem ter de fazer o que quer que seja. Como tal, estou a aproveitar para ver o máximo de filmes no cinema que puder, porque daqui a um mês e durante não sei quantos mais, lá se vai a minha vida in the dark room...:(
Como o "Atonement" vai concerteza ficar pelos cinemas mais umas boas semanas, hoje decidi-me por um dos filmes de estreia, "Sweeney Todd - The Devil Barber of Fleet Street", pelo Tim Burton. Gostava de ter ido ver a peça ao Teatro Aberto, mas como não havia companhia, acabei por não ir.

"Sweeney Todd" é a estória de Benjamin Barker (Johnny Depp), o melhor barbeiro de Londres, que devido à inveja e cobiça do Juiz Turpin (Alan Rickman), é incriminado de um crime que não cometeu e perde a mulher e a filha. Barker volta de novo a Londres, 15 anos depois e claro que tudo o que ele quer é vingança contra aquele que desgraçou a sua vida. A partir deste momento ele passa a chamar-se Sweeney Todd e instala-se na sua antiga casa com o apoio de Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter). O filme conta ainda com a presença de Timothy Spall, Sasha Baron Cohen e um quase estreante, Jamie Campbell Bower.

Esta é uma adaptação da peça homónima escrita por Steven Sondheim, um escritor muito conhecido tanto de peças apresentadas na Broadway ("Little Night Music"...ah, como eu adoro "Send in the Clowns"! Parece que foi escrita de propósito por Sondheim para a actriz Glynis Johns apesar de se ter tornado mais conhecida na voz de Frank Sinatra) ou mesmo de filmes, como "West Side Story".


Estava assim um bocado sem saber o que esperar disto. É claro que o Tim Burton já tinha feito musicais, mas os que eu conheço são todos com os bonequitos (e ainda não consegui ver nenhum deles até ao fim; o único que vi na totalidade foi o "Vincent") - para mim é um pouco diferente cantar por cima de uma animação e ter de cantar ao mesmo tempo que se tem de interpretar (se bem que, quando se canta uma canção tem-se sempre de fazer uma interpretação e fazer um pouco de actor). Mas, ainda não vi um único filme de Burton que não gostasse e eu gosto de musicais (pelo menos quando são bem feitos). Por isso, não tinha grandes hipóteses de sair dali desiludida :) Eu recomendo e acho que vale bem os 5 euros e tal, but you tell me!

Só mais uma nota de referência aos globos de ouro (que coisa mais frouxa foi aquilo, este ano...) ganhos na categoria de melhor filme e de melhor actor (musical ou comédia) e para as nomeações para os óscares nas categorias de Melhor Actor, para Johnny Depp (quando é que este homem recebe um Óscar??), de Art Direction (não me ocorre agora o nome da categoria em português...) para Dante Ferretti (Art Direction) e Francesca Lo Schiavo (Set Decoration), ambos já nomeados anteriormente por vários filmes; e Guarda-Roupa, para Colleen Atwood, que também já foi nomeada por vários filmes, ganhando mesmo com "Memoirs of a Geisha" e "Chicago".

01 fevereiro 2008

Three Down and I Couldn't Do It - The Darjeeling Limited

Pois é meus amigos! Não consegui cumprir os meus objectivos (o "Atonement" ficará para amanhã...). Mas mesmo assim acho que não foi mau, tendo em conta que tive exame hoje :) (também tenho de estudar não é?)...

Hoje fui ver um filme que, perto de mim, só estava em 2 cinemas, ambos em Lisboa: Monumental e UCI El Corte Inglés. Como já viram, trata-se do último trabalho de Wes Anderson, o autor de um dos meus filmes favoritos: "The Royal Tennebaums" (que, aliás, comprei hoje, foi a minha prenda para mim própria ;) - pois é, eu sei, tenho muitos filmes favoritos, mas eu sou assim, gosto muito de muitos filmes.

"The Darjeeling Limited" é mais um filme que retrata uma família algo disfuncional. Neste caso, 3 irmãos, que há um ano se separaram e se afastaram. O mais velho, Francis Whitman (Owen Wilson), tenta uma reaproximação com os irmãos, Peter (Adrien Brody) e Jack (Jason Schwartzman), tendo como base uma viagem espiritual, através do expresso Darjeeling Limited, levando-os através do deserto remoto da Índia em busca de uma nova confiança e intimidade entre eles. A viagem não corre como previsto, como já se estava a ver, mas leva-os para caminhos inesperados, caminhos que se vão tornar os mais certos e os que eles precisavam para realizarem uma catarse.

O filme divide-se em 2 partes, sendo a primeira uma pequena curta - "Hotel Chevalier" - com a personagem de Schwartzman e a sua ex-namorada, aqui interpretada por Natalie Portman. É uma pequena introdução, interessante, na minha opinião, ao filme.

Além dos 3 actores principais, o outro grande actor nesta trama familiar são as malas de viagem dos 3 irmãos, todas com o mesmo padrão e letras iniciais e que estão quase sempre presentes.

Como nota de curiosidade, "The Darjeeling Limited" é também escrito e produzido por Roman Coppolla (como devem saber, primo de Jason Schwartzman).

O filme compõe-se de momentos hilariantes e outros mais tristes, filmados da maneira típica de Wes Anderson, com as personagens algo caricatas habituais na sua filmografia e um mundo cheio de cores fortes e contrastantes. Atentem a Bill Murray que surge num pequeno cameo e Anjelica Houston também dá um ar de sua graça, como tem vindo a acontecer nos últimos filmes de Anderson.
Eu recomendo, mas convém despacharem-se, porque se está mesmo a ver que o filme não vai ficar por aqui durante muito mais tempo...
P.S.: desculpem este português, mas não estava nas melhores condições ambientais (ando sem computador, por isso tenho de me sujeitar ao que há).

30 janeiro 2008

One Down, Three To Go - Cloverfield

E pronto! Lá começou a minha maratona da semana. Comecei, como é óbvio (não pela superioridade do filme - porque ainda não vi os restantes para comparar - mas sim pelo título do post...), pelo último filme produzido J.J. Abrahams e que tanto deu que falar na net nos últimos meses.
"Cloverfield" trata da estória de um grupo de amigos que, durante a festa de despedida de um deles, Rob Hawkins, se vêem no meio de uma invasão de algo (sim, é um bicho, mas agora dizer o que aquilo é, é que eu não consigo dizer...sorry) que está a destruir Manhattan. E no meio entram os militares. E basicamente é isto (é um blockbuster, queriam o quê?).

Eu bem sei que, pelo que acabei de escrever, parece que não gostei do filme, mas a verdade não podia estar mais longe.

Durante estes últimos meses e desde que surgiram os primeiros boatos sobre a nova e hiper-mega-ri-fixe produção do J.J. Abrahams, que deixei de ler ou ver o que quer que saísse. Sejamos sinceros, a última vez que houve um hype tão grande acerca de um filme pelo mundo virtual que é a net, foi sobre o "Snakes on a Plane" e todos sabemos o quão virtual era a qualidade desse filme... Por isso, tentei abstrair-me do que se dizia e muito menos ver trailers ou o que quer que fosse acerca de "Cloverfield", para aproveitar o que dali ia vir (mau ou bom).

Sim, é um blockbuster e por isso não se pode esperar coisas muito profundas e melodramáticas. No entanto, o filme resulta muito bem, não só por ser filmado (penso eu, que) literalmente de câmara ao ombro e não só (para quem não aguenta ver imagens tremidas durante muito tempo que se prepare...), mas, também, pelo ambiente mais realista da cena, sem amores impossíveis ou amizades mais profundas do que a vida (bem, isso está lá, mas de uma forma mais ténue, mais - não sei se a palavra é esta - verdadeira). Penso que o uso de actores desconhecidos do grande público ajudou a criar essa atmosfera e é difícil, ao ver o filme, não acreditar que aquilo podia acontecer e que aquelas pessoas podiam existir. E aqui reside, na minha opinião o grande trunfo de "Cloverfield": as personagens que podiam ser a pessoa que passa por nós na rua. Há montes de filmes que filmam os eventos desta forma, mas aqui o trabalho de actores foi fundamental, quase todos com experiência maioritariamente em TV. Não conheço nenhum deles, mas posso destacar aqui Michael Stahl-David, T.J. Miller e Jessica Lucas.
Também o realizador, Matt Reeves, tem um passado na TV e na minha opinião não se saiu nada mal.

Nota: mas qual é a cena do "Nome de Código" que as distribuidoras portuguesas tanto insistem em colocar nas designações nacionais de certos filmes??? Já cansa, não?


Bem, parece que a escolha não me saiu furada. Amanhã temos "3-10 to Yuma".

27 janeiro 2008

A "je" recomenda...

04 agosto 2007

This Summer Bourne Comes Home



Depois de dois brilhantes filmes, "The Bourne Identity" e "The Bourne Supremacy", eis que chega finalmente, "The Bourne Ultimatum", o último filme desta trilogia. A trilogia Bourne, baseada nos livros homónimos escritos por Robert Ludlum, conta a estória de Jason Bourne, um assassino deixado à sua morte e sem memória do seu passado. Ao longo dos dois filmes iniciais Bourne vai seguir várias pistas que o levam a descobrir uma organização secreta da CIA, a qual quer ver-se livre dele. Bourne ultrapassa vários obstáculos, tentando desaparecer e ser esquecido. Não o consegue e por fim retalia tentando descobrir a verdade sobre o seu passado. É com este último tomo que vamos por fim descobrir quem está por detrás do seu passado e quem é realmente Jason Bourne.

Paul Greengrass volta a tomar as rédeas deste projecto, após o trabalho de Doug Liman no primeiro volume das aventuras deste agente secreto. Matt Damon é de novo Bourne, retomando o papel que o revelou como actor de filmes de acção, acompanhando de um elenco de grandes actores onde se incluem os repetentes Brian Cox, Chris Cooper, Julia Stiles, Joan Allen e os "novos" David Strathairn, Albert Finney, Daniel Bruhl, Scott Glenn, Paddy Considine

A estreia está prevista para 3 de Agosto próximo. Eu lá estarei.

10 julho 2007

Previews

Hitman



American Gangster



Michael Clayton



Hot Fuzz

28 junho 2007

300...A Barbárie!


Confesso que andava curiosa para ver este filme. Não tanto pelo boca-a-boca - nem me dei conta que existisse - mas antes pela grande antecipação que rondava vários blogs dedicados à sétima arte. Por muito tempo me perguntei sobre o que seria o filme, mas talvez por preguiça e falta de interesse nem sequer pesquisei como deve de ser e quando chegou às vésperas da estreia e comecei a ter mais informação sobre o filme à minha volta só via cenas de luta - que me lembre, era sempre a mesma...Isto começou a deitar abaixo a minha expectativa em relação ao filme, mas não me deitou abaixo a curiosidade. Que raio! Um filme não pode ser tão falado só devido a cenas de luta! E tinha razão. Vai mais um pouco além disso.
Para quem andava distraído, como eu, eis a sinopse muito breve do filme em causa "300":
Estamos em 480 a.C.. O rei persa Xerxes continua a expansão do seu império -iniciada pelos seus antecessores - e chega então a vez de submeter os povos de Esparta e também de Atenas, ainda fora do seu alcance. Tenta a via diplomática, que se mostra insultuosa para tanto uns como outros e então é declarada guerra. No entanto, o Rei dos Espartanos é impedido de proteger o seu país contra essa guerra e decide então levar mais 300 homens consigo para impedir a passagem das tropas de Xerxes através da Passagem das Termópilas - a qual deu o nome à batalha.

Não estou aqui para criticar, mas antes para assinalar a beleza das imagens que este filme me proporcionou - quem se lembra do "Sin City" ou é leitor assíduo das BD de Frank Miller já sabe o que o espera. Apesar da violência, que para muita gente é demasiada e demasiado explícita, não a achei de modo algum gratuita. Serviu apenas para entendermos a mentalidade destes espartanos, tão maravilhosamente interpretados por belos actores (e não me estou só a referir ao "eight pack" que todos possuíam..lol), o que os move, qual o objectivo da suas vidas, o que foram treinados para fazer desde crianças. Não há espaço para molezas. E não houve mesmo!
Um filme brutal, sem dúvida, mas nada unidimensional - apesar de por vezes assim parecer...

Quanto às críticas - que chegaram a vir, note-se, do Presidente do Irão! - de que o filme não adaptou de forma fidedigna os factos reais...bem...Só posso dizer isto: é um filme e não um documentário. Nunca tomarei tudo o que vejo num filme, mesmo os que se dizem baseados em factos reais, ou biográficos, ou o que seja, porque nunca serão fiéis à História. Podem é ter o ónus de nos levar a querer conhecer essa História sobre a qual se baseiam...E penso que é o que este filme tem. Pelo menos para mim - infelizmente não conheço bem a História da Grécia e Roma Antigas e ao menos este filme, levantou um pouco o véu do que será essa História.

Para mim é já um dos melhores de 2007...but what do I know?
(nota-se mesmo que acabei de vir agora do cinema não se nota?)



P.S.: não podia acabar sem deixar uma nota acerca da Banda Sonora Original composta por Tyler Bates - completamente desconhecido para mim até hoje. Orquestral mas com elementos electrónicos muito bem inseridos. Atentem bem.

06 abril 2007