Over The Top

Foi a única coisa que me veio à cabeça depois de ver o último filme nos cinemas com o Bruce Willis, "Die Hard 4.0" (ou se gostarem mais, "Live Free or Die Hard").

Realmente, é Bruce Willis que carrega o filme às costas do início ao fim, saíndo praticamente ileso depois de explosões e mais explosões e choques em cadeia e uma pequena aventura de camião e F35...enfim, só vendo é que se acredita.
Com isto não quero dizer que me arrependi de ir ao cinema - antes pelo contrário, deu para passar um bom bocado e sempre a rir, quer seja pelas belas piadas ditadas pelo Detective John McClane, quer pelas cenas de acção tão exageradas que só dava mesmo para rir.
Não me parece ficar muito atrás dos "clássicos" de acção anteriores, mas essa é só a minha opinião...(bem se calhar ainda fica um pouco atrás dos 2 primeiros...)
Gostei particularmente do Timothy Oliphant - o único filme que tinha visto até hoje com ele tinha sido o "Gone in 60 Seconds". Estou agora à espera do "Hitman". Será que vai ser alguma coisa de jeito?
Por fim só uma menção honrosa para o secundário Justin Long e para a estrela asiática Maggie Q.

"Die Hard" foi o que vi hoje, mas ontem também fui dar uma volta ao cinema e ver o último Harry Potter (já me ando a cansar um bocado de ver sequelas...quem lê os meus posts deve pensar que só vejo blockbusters). E já li muita coisa mázinha sobre o filme, mas sinceramente achei que este foi o que adaptou da melhor forma um dos livros da saga Potter. Fiquei bastante satisfeita com o que vi, mas tenho de concordar que para quem não leu os livros ou viu os filmes anteriores, o filme passa um pouco ao lado. Também já ouvi por aí que faltou mais profundidade dramática aos actores, mas pareceu-me que o Daniel Radcliffe teve neste "Harry Potter e a Ordem da Fénix" a melhor prestação até agora. Gostei bastante, mas penso que os outros actores, nomeadamente a Emma Watson continuam um pouco superiores. Do restante elenco que dizer? Só grandes nomes que correspondem exactamente ao que se espera deles.
Só uma nota final para o espaço dado às personagens dos gémeos Weasley. Penso que são das personagens mais subutilizadas nos filmes. Nos livros têm uma projecção relativamente importante e são das personagens mais engraçadas da estória, tenho pena que não tenham sido melhor transportados para o cinema...

Para mais informações:

http://www.livefreeordiehard.com/
http://harrypotter.warnerbros.com/

14 julho 2007

This Summer Bourne Comes Home



Depois de dois brilhantes filmes, "The Bourne Identity" e "The Bourne Supremacy", eis que chega finalmente, "The Bourne Ultimatum", o último filme desta trilogia. A trilogia Bourne, baseada nos livros homónimos escritos por Robert Ludlum, conta a estória de Jason Bourne, um assassino deixado à sua morte e sem memória do seu passado. Ao longo dos dois filmes iniciais Bourne vai seguir várias pistas que o levam a descobrir uma organização secreta da CIA, a qual quer ver-se livre dele. Bourne ultrapassa vários obstáculos, tentando desaparecer e ser esquecido. Não o consegue e por fim retalia tentando descobrir a verdade sobre o seu passado. É com este último tomo que vamos por fim descobrir quem está por detrás do seu passado e quem é realmente Jason Bourne.

Paul Greengrass volta a tomar as rédeas deste projecto, após o trabalho de Doug Liman no primeiro volume das aventuras deste agente secreto. Matt Damon é de novo Bourne, retomando o papel que o revelou como actor de filmes de acção, acompanhando de um elenco de grandes actores onde se incluem os repetentes Brian Cox, Chris Cooper, Julia Stiles, Joan Allen e os "novos" David Strathairn, Albert Finney, Daniel Bruhl, Scott Glenn, Paddy Considine

A estreia está prevista para 3 de Agosto próximo. Eu lá estarei.

10 julho 2007

I Am Megatron!



E lá fui eu mais um vez fazer uma visitinha ao cinema, desta vez para ver o tão esperado blockbuster "Transformers". Eu tenho de confessar que ia um pouco de pé atrás, realizado por quem é. Só o espectro do Steven Spielberg me deu alguma confiança. Tal como muita gente da minha geração, eu não perdia um episódio destes desenhos animados naqueles saudosos sábados de manhã, mas já foi há tanto tempo que eu não me recordava muito bem da estória. Agora os bonecos, isso sim, ficaram na minha "petit memoire" (afinal ainda era uma petiz). E posso dizer com toda a certeza que os Autobots e Decepticons criados para o filme estão muito, muito bem feitos. Apesar de terem levado um upload, ainda nos fazem recordar daqueles rascunhos que víamos na TV. A nível de adaptação está óptimo, com uns efeitos especiais excelentes - da georgiana Industrial Light & Magic.



Eu não falei da estória porque, no fundo todos nos lembramos do básico: a luta entre Autobots (os Bons) e Decepticons (os Maus) para se apoderarem do Cubo e dominarem o Espaço, apanhando-nos, nós humanos, pelo meio e em risco de extinção. O filme não passa muito disto, inserindo uns pequenos pormenores em torno da linha principal, mas poucos.

O realizador esteve muito bem, tenho de admitir. Ele para este tipo de filmes tem jeitinho - os elementos clássicos do filme lá tinham de estar: o herói (ou neste caso mais um anti-herói), a rapariga, a catástrofe que os une...bla bla bla - mas o facto de incluir uma memória de infância tão querida muda um pouco a visão e mesmo que a estória não seja nada do outro mundo, faz-nos passar um bom bocado (cerca de 145 minutos) "walking down Memory Lane".

Teve presenças muito engraçadas de vários actores, nomeadamente o pequeno momento do actor Bernie Mac, e inesperadas - pelo menos para mim, que li pouco sobre o filme antes de o ver - como o John Turturro. O actor principal Shia LeBeouf tem aqui um dos primeiros papéis principais da sua carreira, após várias intervenções em séries americanas e alguns papéis secundários em filmes de alguma projecção. Penso que, e como se tem vindo a dizer, o rapaz tem futuro, mas só o tempo o dirá. Pelo menos a nível de aparência faz o meu género, veremos se tem oportunidade de mostrar mais os seus dotes de actor (vou esperar expectante a sua prestação no novo Indiana Jones).

Uma nota ainda, para a voz de Optimus Prime, que é feita no filme pela mesma pessoa que a fez nos desenhos animados originais (na versão americana, claro está) e a de Megatron, pelo grande actor Hugo Weaving.


Para mim, é já um dos filmes de 2007 e aconselho a ver em Sala de Cinema.

06 julho 2007

Um tesourinho

Descobri ontem ao vivo (pois já tinha ouvido gravações de algumas músicas deles) os Linda Martini.
São uma nova banda portuguesa, que canta em Português e tem um som muito bom. Só posso dizer que fiquei muito bem impressionada. Gostei bastante do quanto se deram em palco, apesar de não estarem a actuar num local privilegiado para este tipo de concertos e haver muitas pessoas de passagem. No entanto fiquei impressionada por terem tanta gente que os adora e que conhecia todas as músicas que tocaram, apesar de não a nível geral não serem muito conhecidos - tenho a impressão que apenas a antena 3 é que passa alguma coisa deles.
Parece-me que têm futuro e ainda bem!



Para mais informação:

http://www.myspace.com/lindamartini

01 julho 2007

WTF???


Ontem começou o act 1 do Festival SuperBock SuperRock. Eu - e penso que a maioria das pessoas que lá se deslocaram - fui para ver Metallica, mas também conhecia Satriani e sinceramente gostei bastante do concerto que deu. Muito bom. Mas já lá irei.

Não sei qual o problema no primeiro dia deste festival, mas o que é certo é que isto já não é a primeira vez que acontece. Demorei uma hora, aproximadamente (mais para mais do que para menos) para entrar no recinto - UMA HORA!! Estava uma confusão!
Depois, dentro do recinto é que foi o melhor (para o comer, estavam as filas do costume, mas acho que isso já é crónico...). Eu gostava de saber quem teve a brilhante ideia de colocar um gradeamento fixo a meio do recinto de forma transversal - ou seja, paralelo ao palco, dividindo a plateia em 1ª plateia e 2ª plateia. Aquele gradeamento foi o cabo dos trabalhos para quem queria ir para a frente ou para trás, uma vez que, além desse gradeamento, havia outra separação que ia da barraca das luzes e som até ao gradeamento fixo, o que nos obrigava a dar a volta ou por trás dessa cena, ou então tentar a nossa sorte lá à frente...enfim foi uma confusão que só provocou mais confusão e muitas provocações - sabemos muito bem que este tipo de bandas trás muita gente mais virada para os problemas e violência e era o que eu estava mesmo a ver que ia acontecendo ao pé de mim, após várias ameaças verbais... Durante o concerto de Satriani 'tava-se muito bem, sem problemas. Agora, enquanto esperávamos por Metallica começou a confusão, que se prolongou até depois deles começarem a tocar, o que me estragou um bocado o concerto. Felizmente lá se acalmaram e pude apreciar decentemente esse grande espectáculo.

Bem, o primeiro concerto que vi foi o de Joe Satriani, e apesar de não ter qualquer espectáculo de luzes de relevância, ele também não precisou de nada disso. A sua qualidade técnica e musical eram mais que suficientes. Depois de ouvir várias opiniões que demonstravam um certo desagrado por o terem posto a tocar no mesmo dia de Metallica, penso que essas opiniões se dissiparam por completo, pois o que eu vi foi um público rendido à mestria deste guitarrista. Não posso comentar mais além disto, porque não conheço bem o seu trabalho - foi-me dado a conhecer há alguns anos pelo meu pai, um amante da guitarra, mas não me atraiu assim muito na altura, devo confessar.


Os Metallica foram iguais a si mesmos, não estavam só ali para fazer "mais um concerto", mas divertiram-se imenso connosco, o público Português, que estava ontem no seu melhor e não queria por nada deixá-los ir embora, tendo direito a 2 encores e a um fim fantástico com Seek and Destroy, para não falar no espectáculo pirotécnico em One.

Eis a setlist:
Creeping Death (Ride the Lightning)
For Whom The Bell Tolls
Ride The Lightning (Ride the Lightning)
Disposable Heroes (Master of Puppets)
The Unforgiven (Metallica)
...And Justice For All (...And Justice For All)
The Memory Remains (Metallica)
The Four Horsemen (Killem' All)
Orion (Master of Puppets)
Fade To Black (Ride the Lightning)
Master of Puppets (Master of Puppets)
Battery (Master of Puppets)
- - - -
Sad But True (Metallica)
Nothing Else Matters (Metallica)
One (...And Justice For All)
Enter Sandman (Metallica)
- - - -
Am I Evil? (Garage Inc.)
Seek and Destroy (Killem' All)

Com um conjunto de músicas como este, penso que dá para ter uma ideia de como foi o concerto. Eu apenas posso falar por mim: fartei-me de cantar e abanar o capacete!
Para a próxima lá estarei!



P.S.: Só mais uma nota. Mas que raio de estória é esta de começar concertos às quatro da tarde??? Compreendo, que devido à existência de apenas 1 palco se tivesse que condensar todas as bandas, mas quatro da tarde??? Presumo que a afluência a esses concertos iniciais não tenha sido muito grande...

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Links:

http://www.superbock.pt/SuperMusic/SBSR/
http://www.metallica.com/
http://www.satriani.com/2004/

29 junho 2007

Previews

Hitman



American Gangster



Michael Clayton



Hot Fuzz

28 junho 2007

Pedras Rolantes



Só os Rolling Stones para me arrastarem para "território inimigo", ou seja, Estádio do Dragão e ontem, Estádio de Alvalade.
No Dragão fiquei mesmo em cima do palco para poder ver os velhinhos mais de perto - e já me estava a passar com o raio do Mick Jagger que não parava um minuto para me deixar tirar uma fotozita :|
Ontem optámos por ficar atrás para poder apreciar melhor o espectáculo visual, que é bastante bom, diga-se de passagem.
Em relação à performance, que dizer?? São sexagenários, mas estão aí para as curvas no que diz respeito ao fôlego musical. Além do incansável Mick que correu - de novo - o palco de lés a lés, Ronny, Keith Richards e Charlie Watts (o único que parece um deslocado no meio de tudo!) não ficaram nada atrás, com excelentes prestações, e a presentearem-nos com momentos muito blues, que fiquei com pena de não terem durado um pouco mais.
Desta vez, o Mr. Jagger estava a falar mais português, com uma bela pronúncia, diga-se de passagem, mas tenho a impressão a nossa Ana Moura teve algo a ver com isso, ela que fez um pequeno dueto com Mick Jagger - não me perguntem é pela música, porque eu não sou assim tão grande fã dos Stones quanto isso. Mas foi bem, muito bem :)
A meio do dia de ontem noticiavam que apenas metade dos lugares disponíveis estavam vendidos, mas a mim pareceu-me uma casa bem apetrechada, apesar de não estar esgotada. O público português é de facto o maior e ontem não se deixou ficar mal, como de costume.

Depois disto, fico surpreendida de, na minha vida, ter tido a oportunidade de ver os Stones ao vivo, duas vezes, quando pensava que isso já não iria acontecer - e mais ainda a minha mãezinha, ela sim uma grande fã e que também viu os Stones nestas duas últimas visitas.

Provavelmente eles já não virão mais a Portugal, infelizmente, mas aconselho vivamente a verem o concerto desta tour se já existir em DVD, porque vale mesmo a pena.

26 junho 2007

Creepy....

Assim foi a minha noite de ontem...

26 maio 2007

Pensamentos...

O segredo para viver a vida:

relativizar

20 maio 2007

Classic Wonders

23 abril 2007

300...A Barbárie!


Confesso que andava curiosa para ver este filme. Não tanto pelo boca-a-boca - nem me dei conta que existisse - mas antes pela grande antecipação que rondava vários blogs dedicados à sétima arte. Por muito tempo me perguntei sobre o que seria o filme, mas talvez por preguiça e falta de interesse nem sequer pesquisei como deve de ser e quando chegou às vésperas da estreia e comecei a ter mais informação sobre o filme à minha volta só via cenas de luta - que me lembre, era sempre a mesma...Isto começou a deitar abaixo a minha expectativa em relação ao filme, mas não me deitou abaixo a curiosidade. Que raio! Um filme não pode ser tão falado só devido a cenas de luta! E tinha razão. Vai mais um pouco além disso.
Para quem andava distraído, como eu, eis a sinopse muito breve do filme em causa "300":
Estamos em 480 a.C.. O rei persa Xerxes continua a expansão do seu império -iniciada pelos seus antecessores - e chega então a vez de submeter os povos de Esparta e também de Atenas, ainda fora do seu alcance. Tenta a via diplomática, que se mostra insultuosa para tanto uns como outros e então é declarada guerra. No entanto, o Rei dos Espartanos é impedido de proteger o seu país contra essa guerra e decide então levar mais 300 homens consigo para impedir a passagem das tropas de Xerxes através da Passagem das Termópilas - a qual deu o nome à batalha.

Não estou aqui para criticar, mas antes para assinalar a beleza das imagens que este filme me proporcionou - quem se lembra do "Sin City" ou é leitor assíduo das BD de Frank Miller já sabe o que o espera. Apesar da violência, que para muita gente é demasiada e demasiado explícita, não a achei de modo algum gratuita. Serviu apenas para entendermos a mentalidade destes espartanos, tão maravilhosamente interpretados por belos actores (e não me estou só a referir ao "eight pack" que todos possuíam..lol), o que os move, qual o objectivo da suas vidas, o que foram treinados para fazer desde crianças. Não há espaço para molezas. E não houve mesmo!
Um filme brutal, sem dúvida, mas nada unidimensional - apesar de por vezes assim parecer...

Quanto às críticas - que chegaram a vir, note-se, do Presidente do Irão! - de que o filme não adaptou de forma fidedigna os factos reais...bem...Só posso dizer isto: é um filme e não um documentário. Nunca tomarei tudo o que vejo num filme, mesmo os que se dizem baseados em factos reais, ou biográficos, ou o que seja, porque nunca serão fiéis à História. Podem é ter o ónus de nos levar a querer conhecer essa História sobre a qual se baseiam...E penso que é o que este filme tem. Pelo menos para mim - infelizmente não conheço bem a História da Grécia e Roma Antigas e ao menos este filme, levantou um pouco o véu do que será essa História.

Para mim é já um dos melhores de 2007...but what do I know?
(nota-se mesmo que acabei de vir agora do cinema não se nota?)



P.S.: não podia acabar sem deixar uma nota acerca da Banda Sonora Original composta por Tyler Bates - completamente desconhecido para mim até hoje. Orquestral mas com elementos electrónicos muito bem inseridos. Atentem bem.

06 abril 2007

Contra-nacionalismo



Podia ser uma simples montagem de brincadeira da net, mas eis que no centro da Cidade Lisboa aparece em grande.





Só por isto tenho pena de não andar em Lisboa nestes dias de santas férias...

05 abril 2007

Hoje na Aula Magna

07 março 2007

Can You Dig It?

Parece que os Incubus andaram a promover um concurso que consistiu em realizar um clip para a música "I Dig". Dentre os 5 finalistas encontrava-se um português: Carlos Oliveira (kaamuz). Pois é! E sim, foi ele o - óbvio - vencedor. Senão comparem aqui. Ele baseou-se numa ilustração de Alan Aldridge para um dos álbuns dos Incubus (Light Grenades), e fez uma animação muito boa.

Ah! E a música também não é mázinha...


15 fevereiro 2007

Divulgação

You tube representou de facto uma revolução na transmissão de informação pela internet. No entanto a qualidade deixa um pouquinho a desejar não é?
Esta é a página de um espaço amigo, com vários momentos de filmes, que por acaso também são dos meus favoritos, mas que estão aqui com qualidade divX. Para verem os vídeos têm é de possuir o DivX para Windows.
Atentem só a este cantinho: Movie quotes-scenes.

10 fevereiro 2007

Hello!!

No outro dia o meu irmão fez uma descoberta engraçada enquanto estava a ver o filme "Fight CLub". Bem se calhar já tinham reparado, mas eu nunca tinha deitado olho a isto.
Lembram-se da cena em que o Edward Norton nos explica o que é que o Tyler Durden faz da vida?? Trabalha no cinema e entre os rolos de película insere imagens de filmes pornográficos. Ora bem, esta descoberta tem a ver com isso. Há pequenos momentos - milissegundos na verdade - em que a personagem do Brad Pitt aparece do nada e desaparece da mesma maneira.
Aqui:


Nesta cena o Ed Norton está a falar com o médico, e o Brad Pitt aparece sobre o seu ombro.

e Aqui:


O Ed Norton está a ver a Marla a ir embora e por um momento aparece de novo o Brad Pitt.

Qual a o objectivo destas imagens subliminares???
Acho que é mesmo só a gozar conosco.

Em Fuga...

As séries norte-americanas são as minhas novas novelas…Após me ter desencantado com as novelas (brasileiras e portuguesas) há já alguns anos (há uns anos valentes, para dizer a verdade), comecei a seguir com cada vez mais atenção as séries norte-americanas, que na minha opinião estão cada vez melhores. A última que se juntou ao meu rol de preferidas foi “Prison Break”. Já ma tinham referido, na altura em que começou a ser transmitida nos EUA, mas eu sou uma preguiçosa e só comecei a interessar-me por ela pouco depois de ter começado a ser transmitida no canal nacional. E agora estou uma completa viciada.

Para quem ainda não sabe, “Prison Break” conta a estória de Michael Scofield, um engenheiro estrutural, que se faz encarcerar na prisão, com o fim de ir ao encontro do seu irmão, Lincoln Burrows, que está no estabelecimento prisional de Fox River, no corredor da morte, por ter assassinado o vice-presidente.

Scofield não quer apenas passar algum tempo com o irmão antes deste morrer electrocutado, mas sim tirá-lo de lá, e para isso ele tem um plano, ou melhor, vários planos, planos da prisão que ele engenhosamente colocou à vista de todos. É claro que nem tudo vai correr sobre rodas e haverá muita tensão pelo meio, e algumas agressões, como é próprio de uma prisão de alta segurança.

Cada episódio é de cortar a respiração, nunca se sabe onde é que vai acabar - por vezes pergunto-me como é que eles se vão safar com o caminho que estão a tomar. O argumento está excelente, na minha opinião, e não se deixa cair em redundâncias, como se podia esperar de uma série deste tipo. Além disso, tem a relação amorosa, que a mim me satisfaz sempre – sou uma romântica, que mais dizer?

A segunda época já vai a meio nos EUA e está cada vez melhor.
A minha única esperança é que não andem no arrastanço. Se tiver que acabar, que acabe. O que eu detesto é que andem aí a fazer render o peixe, só para terem audiências, diminuindo a qualidade da série.

08 fevereiro 2007

Os filmes que perdi em 2006 (take II)

E aí vai mais uma leva de filmes que estavam na minha lista de espera para ver. O que acham destes??









04 fevereiro 2007

Menos juízo??

...e lá se passou mais um anito na minha vida.
Só espero tê-lo aproveitado o melhor que pude.

31 janeiro 2007

No ar

Há alguns anos atrás, esta foi a primeira peça - nesta mesma versão com Yo Yo Ma - que eu ouvi de Astor Piazzolla. Uma bela introdução ao mundo do tango, não é?



Mais tarde, num filme que eu gosto bastante, de Roman Polanski, "Frantic", ouvi outra versão igualmente interessante - pelo menos a meu ver.

27 janeiro 2007