E parece que vai mesmo estrear nos cinemas portugueses. Até há pouco tempo era dado como certo nas prateleiras de clubes de vídeo de todo o país, mas eis que a Lusomundo volta atrás e, com a ajuda deste senhor na propaganda, vamos ter Hot Fuzz nas salas nacionais.
Um bela comédia, na minha opinião (que já lhe dei mais do que uma vista de olhos...), que demonstra bem do que é feito o humor britânico. A não perder! (digo eu...)
A "je" recomenda...
Publicada por Jubylee à(s) 19:14 0 comentários
Rodrigo Y Gabriela
Descobri estes dois mexicanos há uns tempos. Quem costuma ver o programa do Conan O'Brien viu-os concerteza. Hoje andei às voltas no MySpace e dei de caras com eles.
Digam lá se não têm um belo som? Eu gosto muito do som da música mexicana (foi uma pena não poder ter visto ao vivo Lila Downs no CCB há uns meses) e acho que estes são para ficar na minha "musicoteca".
O vídeo, "roubei-o" do site deles, aqui (apreciem também a cover da música dos Metallica "Orion").
21 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 03:24 3 comentários
Etiquetas: Música, Rodrigo y Gabriela, World Music
Interessante...
"- Toda a ideia do meu artigo consiste em que nos tempos antigos, nos primeiros três séculos do cristianismo, este era na Terra apenas uma Igreja, unicamente com o papel de Igreja. Ora, quando o Estado romano pagão escolheu ser cristão, aconteceu logicamente que, ao tornar-se cristão, apenas inclui em si a Igreja, continuando a ser um Estado pagão como antes, nas suas numerosas funções. No fundo, era natural que assim acontecesse. Na Roma enquanto Estado permaneciam muitíssimos elementos da civilização e da sabedoria pagãs, como, por exemplo, os próprios objectivos e fundamentos do Estado. Ora, a Igreja de Cristo, ao entrar no Estado, não podia obviamente abdicar de nenhum dos seus princípios, da pedra em que se fundamentava, não podia perseguir nada mais que não fosse os seus objectivos próprios, colocados e indicados, de uma vez por todas, pelo próprio Senhor, nomeadamente: converter todo o mundo e, partindo daqui, também todo o Estado pagão na Igreja. Deste modo (ou seja, com estes objectivos de futuro), não é a Igreja que deve procurar para si um lugar determinado no Estado, como «qualquer associação social» ou como «uma associação de pessoas para fins religiosos» (como se exprime em relação à Igreja e tornar-se, nada mais nada menos, do que a Igreja, declinando todos os objectivos que se diferenciassem dos da Igreja. Fosse como fosse, tal situação de modo nenhum humilharia o Estado, não o privaria da sua honra nem da sua glória do grande Estado, nem errado caminho ainda pagão, dirigindo-o pelo caminho certo e verdadeiro, o único que leva aos objectivos eternos. O autor do livro Fundamentos do Tribunal Eclesiástico-Social teria razão nos seus raciocínios se, procurando e expondo tais fundamentos, os visse apenas como um compromisso provisório, ainda necessário nos nossos tempos pecaminosos e imperfeitos, mas não mais do que isso. Contudo, logo que o autor destes Fundamentos... se atreve a declarar que os fundamentos propostos por ele agora, os mesmos que foram parcialmente enumerados há pouco pelo padre Ióssif, são fundamentos inabaláveis, espontâneos e eternos, está a colocar-se em oposição à Igreja e à posição sagrada, eterna e inabalável desta. Isto é tudo a que se resume o meu artigo."
Fiódor Dostoiévski
"Os Irmãos Karamázov - Volume I"
15 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 02:51 0 comentários
Etiquetas: Dostoiévski, Livros
Previews
Nota: se não conseguem ver os vídeos dirijam-se aqui.
Be Kind Rewind
Este filme anda agora nas bocas do povo e parece-me que isso está bem justificado neste trailer. No entanto, ainda antes de ver este filme tenho de ver se vejo "The Science of Sleep"
Lars and The Real Girl
O novo filme com Ryan Gosling, mais conhecido ultimamente pelo filme "The Notebook" ou mesmo "Half Nelson", filme pelo qual recebeu uma nomeação aos Oscares. Por acaso ainda não os vi, sendo a única memória que tenho de Ryan Gosling a sua participação do thriller "Murder by Numbers", também com Sandra Bullock e Michael Pitt. Tem tido boas críticas e penso que com este filme alcança mais uma boa performance.
The Golden Compass
O novo filme com Nicole Kidman a fazer o papel de má da fita. O filme conta também com a participação de Daniel Craig, Eva Green, Derek Jacobi, Sam Elliott e a pequena Dakota Blue Richards.
Rush Hour 3
Palavras para quê? Desta vez Carter e Lee invadem Paris...
The Golden Age
Mais uma associação entre Shekhar Kapur e Cate Blanchet. Após conseguir o trono de Inglaterra, a Rainha Isabel I vai enfrentar os espanhóis, assim como os próprios subditos que conspiram para removê-la do trono. Este filme conta ainda com Geoffrey Rush, Clive Owen e Samantha Morton.
Shoot'em Up
Mais um filme com Clive Owen, onde o que não falta são tiros e pancadaria. É engraçado ver o Paul Giamatti num tipo de papel que não lhe é habitual fazer. Além do (anti-) herói e do vilão, claro que não podia falar a miúda, neste caso uma Monica Belucci em fuga com a sua filha.
National Treasure: The Book of Secrets
Como já deu para perceber pelo título, trata-se da sequela (como eu detesto esta palavrinha...) do filme "National Treasure". Desta vez Nicholas Cage busca o diário do John Wilkes Booth, o assassino de Abraham Lincoln. Com ele voltam Jon Voight e Diane Kruger, mas entram no elenco outros (grandes) nomes como Helen Mirren, Harvey Keitel, Ed Harris ou Bruce Greenwood e Alicia Coppola (que eu conheço apenas da série "Bull", que infelizmente apenas teve uma época).
Sicko
O novo documentário de Michael Moore. Penso que já toda a gente ouviu falar sobre do que se trata. Só não sei é qual a data de estreia cá. Alguém sabe??
The Brave One
Depois de "Inside Man", Jodie Foster volta, a meu ver, em grande, com este "The Brave One". Filme realizado por Neil Jordan e conta com a participação de Terrence Howard. Atentem também para a pequena participação do "perdido"Naveen Andrews.
Mighty Heart
O novo filme com Angelina Jolie sobre a trágica história da vida e morte de Danny Pearl (Dan Futterman), um jornalista do Wall Street Journal, contada pela sua mulher Mariane Pearl. Um filme por Michael Winterbottom.
Dan In Real Life
Enquanto "Evan Almighty" ainda agora estreou nas nossas salas, já este "Dan in Real Life" está a chegar. Mais uma comédia familiar, que não me parece trazer muito de novo. É impressão minha ou o Steve Carrell só se anda a encostar a este tipo de filmes - ainda não vi a versão americana da série "The Office" mas tenho ouvido tão boas críticas, porque é que o homem não envereda por filmes onde seja melhor aproveitado?? Talvez o "Get Smart" me encha mais as medidas...
13 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 16:29 8 comentários
Desabafo
Às vezes há tanta maldade no mundo que sinto que não consigo aguentar.
Preciso de um pensatório...
11 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 13:48 0 comentários
Etiquetas: pensamentos
"Damaged"
"There's this baby up at the nursery. He's brand new. No one's neglected him or damaged him yet. How do we get from there to here."
10 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 02:26 0 comentários
Etiquetas: pensamentos
Dear Sister
09 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 19:50 0 comentários
Etiquetas: 2007, Imogen Heap, Shia LaBeouf, SNL, TV
Disturbia [Soundtrack] - Geoff Zanelli

Além da Banda Sonora composta por várias bandas, temos também a Banda Sonora Original criada por Geoff Zanelli.
Não usa apenas uma partitura orquestral como tradicionalmente, mas acrescenta elementos mais modernos para se adaptar ao meio mais jovem em que se passa esta estória. O compositor aproveita-se não só das cordas e dos metais para criar uma atmosfera mais cinzenta, mas também de guitarras eléctricas e bateria que dão uma outra cor, um pouco mais leve em certos momentos. Não acho que seja nada por aí além, mas tem temas bem conseguidos, na minha opinião, como os que se encontram nas faixas "Disturbia", "Pootfoot" ou "Voyeurism".
Além de Disturbia, Zanelli tem no seu currículo filmes como:
A trilogia dos Piratas das Caraíbas
Sharktale
CatWoman
Secret Window
Charlie's Angels: Full Throttle
Disturbia [Soundtrack] - Geoff Zanelli






08 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 15:22 0 comentários
Etiquetas: 2007, Bandas Sonoras, Cinema, Disturbia, Estrelinhas, Geoff Zanelli, Música, Opiniões
Disturbia Original Motion Picture Soundtrack

A Banda Sonora que acompanha o filme para mim tem uma grande importância - sem ela não há filme que o valha, por muito boas que sejam as actuações dos actores.
Neste filme, tínhamos boas performances mas penso que o som que as acompanha foi bem escolhido, apesar de alguns sons reverterem um pouco para o universo mais teenager - afinal trata-se de um filme de adolescentes com uma situação de suspense à mistura. No entanto, as músicas que achei mais interessantes e que tinham..mais importância, vá, não estão incluídas neste CD. E elas são:
Kings Of Leon - Taper Jean Girl
Sistem of a Down - Lonely Day
2 Live Crew - Me So Horny
No entanto, contém sons bastante agradáveis, que me fazem lembrar um pouco a sonoridade mais pop das músicas usadas na série "Grey's Anatomy", como os Nada Surf (Always Love), This World Fair (Don't Make Me Wait) ou Guster (One Man Wrecking Machine).
Foi com este filme que fiquei a conhecer Kings of Leon e Louque, que fazem muito o meu género.
A lista de faixas inclui:
1. Always Love _ Nada Surf
2. Don't Make Me Wait _ This World Fair
3. One Man Wrecking Machine _ Guster
4. Whoa Now _ Louque
5. Gangsta Boogie _ Love Stink
6. Next To You _ Buckcherry
7. Because I Got High _ Afroman
8. We Love Reggae _ Noiseshaper
9. Dream _ Priscilla Ahn
10. The Great American Napkin _ The Summer Skinny
11. Lovin' You _ Minnie Riperton
12. You'll Never Find Another Love Like Mine _ Lou Rawls
E por fim, rendendo-me às estrelinhas, eis a minha classificação - mas não tomem isto como uma crítica ou algo assim, acho isso muito relativo, é meramente uma nota sobre aquilo que mais ou menos me agrada.
Disturbia Original Motion Picture Soundtrack 






Publicada por Jubylee à(s) 14:34 5 comentários
Etiquetas: 2007, Bandas Sonoras, Cinema, Disturbia, Estrelinhas, Kings of Leon, Louque, Música, Opiniões, Sistem of a Down
Do--You-Un-der-stand??
04 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 13:40 2 comentários
Etiquetas: Comic, Homer Simpson, The Simpsons
A "je" recomenda...
Publicada por Jubylee à(s) 13:36 5 comentários
Etiquetas: Cinema, Estreias, Evan Almighty, Morgan Freeman, Steve Carrell, Tom Shadyac
Disturbia (soa-me bem)
Bem...das estreias desta semana, nas quais se incluem:
Torre Bela
Van Wilder 2:The Rise of Taj
Golpe Quase Perfeito
Vitus
Dia de Surf
Jindabyne
Paranóia
Cash
Escolhi ver o Paranóia (Disturbia) - entre este e a versão portuguesa de Dia de Surf, a escolha era óbvia para mim...Os restantes devem ter estreado lá por Lisboa, mas isto agora 'tá escasso para lá ir.
Devo admitir que quando comecei aí a ver os posters e tal, não me parecia nada interessante, mas depois vi o trailer e até achei que tinha algum potencial.
Disturbia conta a estória de um adolescente, Kale Brecht - Shia LaBeouf -, que depois de ter perdido o pai num acidente de viação, se vê em prisão domiciliária devido a um mau comportamento que se seguiu ao tal acidente. Kale, para passar o tempo, começa a espiar os seus vizinhos. Entre eles a nova e muito vistosa vizinha, Ashley - Sarah Roemer - e o vizinho das traseiras que se mostra muito recatado, mas tem telhados de vidro. É mais um filme a tentar atingir os níveis de suspense criados pelo Mestre Hitchcock e que acaba por ficar muito aquém. No entanto, e apesar de alguns clichés um pouco já batidos, o filme não deixa de ser bom entretenimento, com boas prestações, nomeadamente de Shia LaBeouf. O David Morse lá fez o papel de mau da fita, mas sinceramente achei que faltou ali algo...Este filme conta ainda com a participação de Carrie-Anne Moss, a qual achei, muito sinceramente, inconsequente...
Concluindo, para mim vale o preço de segunda feira, ou, se preferem ver filmes em casa, vale o tempo do download e do visionamento propriamente dito.
03 agosto 2007
Publicada por Jubylee à(s) 23:50 0 comentários
Etiquetas: 2007, Carrie-Anne Moss, Cinema, D.J. Caruso, David Morse, Disturbia, Opiniões, Sarah Roemer, Shia LaBeouf
Over The Top
Foi a única coisa que me veio à cabeça depois de ver o último filme nos cinemas com o Bruce Willis, "Die Hard 4.0" (ou se gostarem mais, "Live Free or Die Hard").
Realmente, é Bruce Willis que carrega o filme às costas do início ao fim, saíndo praticamente ileso depois de explosões e mais explosões e choques em cadeia e uma pequena aventura de camião e F35...enfim, só vendo é que se acredita.
Com isto não quero dizer que me arrependi de ir ao cinema - antes pelo contrário, deu para passar um bom bocado e sempre a rir, quer seja pelas belas piadas ditadas pelo Detective John McClane, quer pelas cenas de acção tão exageradas que só dava mesmo para rir.
Não me parece ficar muito atrás dos "clássicos" de acção anteriores, mas essa é só a minha opinião...(bem se calhar ainda fica um pouco atrás dos 2 primeiros...)
Gostei particularmente do Timothy Oliphant - o único filme que tinha visto até hoje com ele tinha sido o "Gone in 60 Seconds". Estou agora à espera do "Hitman". Será que vai ser alguma coisa de jeito?
Por fim só uma menção honrosa para o secundário Justin Long e para a estrela asiática Maggie Q.
"Die Hard" foi o que vi hoje, mas ontem também fui dar uma volta ao cinema e ver o último Harry Potter (já me ando a cansar um bocado de ver sequelas...quem lê os meus posts deve pensar que só vejo blockbusters). E já li muita coisa mázinha sobre o filme, mas sinceramente achei que este foi o que adaptou da melhor forma um dos livros da saga Potter. Fiquei bastante satisfeita com o que vi, mas tenho de concordar que para quem não leu os livros ou viu os filmes anteriores, o filme passa um pouco ao lado. Também já ouvi por aí que faltou mais profundidade dramática aos actores, mas pareceu-me que o Daniel Radcliffe teve neste "Harry Potter e a Ordem da Fénix" a melhor prestação até agora. Gostei bastante, mas penso que os outros actores, nomeadamente a Emma Watson continuam um pouco superiores. Do restante elenco que dizer? Só grandes nomes que correspondem exactamente ao que se espera deles.
Só uma nota final para o espaço dado às personagens dos gémeos Weasley. Penso que são das personagens mais subutilizadas nos filmes. Nos livros têm uma projecção relativamente importante e são das personagens mais engraçadas da estória, tenho pena que não tenham sido melhor transportados para o cinema...
Para mais informações:
http://www.livefreeordiehard.com/
http://harrypotter.warnerbros.com/
14 julho 2007
Publicada por Jubylee à(s) 01:03 2 comentários
Etiquetas: Bruce Willis, Cinema, Daniel Radcliffe, Die Hard 4.0, Harry Potter e a Ordem da Fénix, Opiniões
This Summer Bourne Comes Home
Depois de dois brilhantes filmes, "The Bourne Identity" e "The Bourne Supremacy", eis que chega finalmente, "The Bourne Ultimatum", o último filme desta trilogia. A trilogia Bourne, baseada nos livros homónimos escritos por Robert Ludlum, conta a estória de Jason Bourne, um assassino deixado à sua morte e sem memória do seu passado. Ao longo dos dois filmes iniciais Bourne vai seguir várias pistas que o levam a descobrir uma organização secreta da CIA, a qual quer ver-se livre dele. Bourne ultrapassa vários obstáculos, tentando desaparecer e ser esquecido. Não o consegue e por fim retalia tentando descobrir a verdade sobre o seu passado. É com este último tomo que vamos por fim descobrir quem está por detrás do seu passado e quem é realmente Jason Bourne.
Paul Greengrass volta a tomar as rédeas deste projecto, após o trabalho de Doug Liman no primeiro volume das aventuras deste agente secreto. Matt Damon é de novo Bourne, retomando o papel que o revelou como actor de filmes de acção, acompanhando de um elenco de grandes actores onde se incluem os repetentes Brian Cox, Chris Cooper, Julia Stiles, Joan Allen e os "novos" David Strathairn, Albert Finney, Daniel Bruhl, Scott Glenn, Paddy Considine
A estreia está prevista para 3 de Agosto próximo. Eu lá estarei.
10 julho 2007
Publicada por Jubylee à(s) 02:57 0 comentários
Etiquetas: Cinema, Estreias, Matt Damon, Paul Greengrass, The Bourne Ultimatum, Trailers
I Am Megatron!

E lá fui eu mais um vez fazer uma visitinha ao cinema, desta vez para ver o tão esperado blockbuster "Transformers". Eu tenho de confessar que ia um pouco de pé atrás, realizado por quem é. Só o espectro do Steven Spielberg me deu alguma confiança. Tal como muita gente da minha geração, eu não perdia um episódio destes desenhos animados naqueles saudosos sábados de manhã, mas já foi há tanto tempo que eu não me recordava muito bem da estória. Agora os bonecos, isso sim, ficaram na minha "petit memoire" (afinal ainda era uma petiz). E posso dizer com toda a certeza que os Autobots e Decepticons criados para o filme estão muito, muito bem feitos. Apesar de terem levado um upload, ainda nos fazem recordar daqueles rascunhos que víamos na TV. A nível de adaptação está óptimo, com uns efeitos especiais excelentes - da georgiana Industrial Light & Magic.
Eu não falei da estória porque, no fundo todos nos lembramos do básico: a luta entre Autobots (os Bons) e Decepticons (os Maus) para se apoderarem do Cubo e dominarem o Espaço, apanhando-nos, nós humanos, pelo meio e em risco de extinção. O filme não passa muito disto, inserindo uns pequenos pormenores em torno da linha principal, mas poucos.
O realizador esteve muito bem, tenho de admitir. Ele para este tipo de filmes tem jeitinho - os elementos clássicos do filme lá tinham de estar: o herói (ou neste caso mais um anti-herói), a rapariga, a catástrofe que os une...bla bla bla - mas o facto de incluir uma memória de infância tão querida muda um pouco a visão e mesmo que a estória não seja nada do outro mundo, faz-nos passar um bom bocado (cerca de 145 minutos) "walking down Memory Lane".Teve presenças muito engraçadas de vários actores, nomeadamente o pequeno momento do actor Bernie Mac, e inesperadas - pelo menos para mim, que li pouco sobre o filme antes de o ver - como o John Turturro. O actor principal Shia LeBeouf tem aqui um dos primeiros papéis principais da sua carreira, após várias intervenções em séries americanas e alguns papéis secundários em filmes de alguma projecção. Penso que, e como se tem vindo a dizer, o rapaz tem futuro, mas só o tempo o dirá. Pelo menos a nível de aparência faz o meu género, veremos se tem oportunidade de mostrar mais os seus dotes de actor (vou esperar expectante a sua prestação no novo Indiana Jones).
Uma nota ainda, para a voz de Optimus Prime, que é feita no filme pela mesma pessoa que a fez nos desenhos animados originais (na versão americana, claro está) e a de Megatron, pelo grande actor Hugo Weaving.
Para mim, é já um dos filmes de 2007 e aconselho a ver em Sala de Cinema.
06 julho 2007
Publicada por Jubylee à(s) 03:20 3 comentários
Etiquetas: 2007, Cinema, John Turturro, Jon Voight, Michael Bay, Opiniões, Shia LaBeouf, Steven Spielberg, Transformers
Um tesourinho
Descobri ontem ao vivo (pois já tinha ouvido gravações de algumas músicas deles) os Linda Martini.
São uma nova banda portuguesa, que canta em Português e tem um som muito bom. Só posso dizer que fiquei muito bem impressionada. Gostei bastante do quanto se deram em palco, apesar de não estarem a actuar num local privilegiado para este tipo de concertos e haver muitas pessoas de passagem. No entanto fiquei impressionada por terem tanta gente que os adora e que conhecia todas as músicas que tocaram, apesar de não a nível geral não serem muito conhecidos - tenho a impressão que apenas a antena 3 é que passa alguma coisa deles.
Parece-me que têm futuro e ainda bem!
Para mais informação:
http://www.myspace.com/lindamartini
01 julho 2007
Publicada por Jubylee à(s) 14:02 1 comentários
Etiquetas: Concertos, Linda Martini, Música
WTF???
Ontem começou o act 1 do Festival SuperBock SuperRock. Eu - e penso que a maioria das pessoas que lá se deslocaram - fui para ver Metallica, mas também conhecia Satriani e sinceramente gostei bastante do concerto que deu. Muito bom. Mas já lá irei.
Não sei qual o problema no primeiro dia deste festival, mas o que é certo é que isto já não é a primeira vez que acontece. Demorei uma hora, aproximadamente (mais para mais do que para menos) para entrar no recinto - UMA HORA!! Estava uma confusão!
Depois, dentro do recinto é que foi o melhor (para o comer, estavam as filas do costume, mas acho que isso já é crónico...). Eu gostava de saber quem teve a brilhante ideia de colocar um gradeamento fixo a meio do recinto de forma transversal - ou seja, paralelo ao palco, dividindo a plateia em 1ª plateia e 2ª plateia. Aquele gradeamento foi o cabo dos trabalhos para quem queria ir para a frente ou para trás, uma vez que, além desse gradeamento, havia outra separação que ia da barraca das luzes e som até ao gradeamento fixo, o que nos obrigava a dar a volta ou por trás dessa cena, ou então tentar a nossa sorte lá à frente...enfim foi uma confusão que só provocou mais confusão e muitas provocações - sabemos muito bem que este tipo de bandas trás muita gente mais virada para os problemas e violência e era o que eu estava mesmo a ver que ia acontecendo ao pé de mim, após várias ameaças verbais... Durante o concerto de Satriani 'tava-se muito bem, sem problemas. Agora, enquanto esperávamos por Metallica começou a confusão, que se prolongou até depois deles começarem a tocar, o que me estragou um bocado o concerto. Felizmente lá se acalmaram e pude apreciar decentemente esse grande espectáculo.Bem, o primeiro concerto que vi foi o de Joe Satriani, e apesar de não ter qualquer espectáculo de luzes de relevância, ele também não precisou de nada disso. A sua qualidade técnica e musical eram mais que suficientes. Depois de ouvir várias opiniões que demonstravam um certo desagrado por o terem posto a tocar no mesmo dia de Metallica, penso que essas opiniões se dissiparam por completo, pois o que eu vi foi um público rendido à mestria deste guitarrista. Não posso comentar mais além disto, porque não conheço bem o seu trabalho - foi-me dado a conhecer há alguns anos pelo meu pai, um amante da guitarra, mas não me atraiu assim muito na altura, devo confessar.
Os Metallica foram iguais a si mesmos, não estavam só ali para fazer "mais um concerto", mas divertiram-se imenso connosco, o público Português, que estava ontem no seu melhor e não queria por nada deixá-los ir embora, tendo direito a 2 encores e a um fim fantástico com Seek and Destroy, para não falar no espectáculo pirotécnico em One.
Eis a setlist:
Creeping Death (Ride the Lightning)
For Whom The Bell Tolls
Ride The Lightning (Ride the Lightning)
Disposable Heroes (Master of Puppets)
The Unforgiven (Metallica)
...And Justice For All (...And Justice For All)
The Memory Remains (Metallica)
The Four Horsemen (Killem' All)
Orion (Master of Puppets)
Fade To Black (Ride the Lightning)
Master of Puppets (Master of Puppets)
Battery (Master of Puppets)
- - - -
Sad But True (Metallica)
Nothing Else Matters (Metallica)
One (...And Justice For All)
Enter Sandman (Metallica)
- - - -
Am I Evil? (Garage Inc.)
Seek and Destroy (Killem' All)
Com um conjunto de músicas como este, penso que dá para ter uma ideia de como foi o concerto. Eu apenas posso falar por mim: fartei-me de cantar e abanar o capacete!
Para a próxima lá estarei!
P.S.: Só mais uma nota. Mas que raio de estória é esta de começar concertos às quatro da tarde??? Compreendo, que devido à existência de apenas 1 palco se tivesse que condensar todas as bandas, mas quatro da tarde??? Presumo que a afluência a esses concertos iniciais não tenha sido muito grande...
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Links:
http://www.superbock.pt/SuperMusic/SBSR/
http://www.metallica.com/
http://www.satriani.com/2004/
29 junho 2007
Previews
Hitman
American Gangster
Michael Clayton
Hot Fuzz
28 junho 2007
Publicada por Jubylee à(s) 13:50 0 comentários
Etiquetas: American Gangster, Cinema, Estreias, Hitman, Michael Clayton, Trailers
Pedras Rolantes
Só os Rolling Stones para me arrastarem para "território inimigo", ou seja, Estádio do Dragão e ontem, Estádio de Alvalade.
No Dragão fiquei mesmo em cima do palco para poder ver os velhinhos mais de perto - e já me estava a passar com o raio do Mick Jagger que não parava um minuto para me deixar tirar uma fotozita :|
Ontem optámos por ficar atrás para poder apreciar melhor o espectáculo visual, que é bastante bom, diga-se de passagem.
Em relação à performance, que dizer?? São sexagenários, mas estão aí para as curvas no que diz respeito ao fôlego musical. Além do incansável Mick que correu - de novo - o palco de lés a lés, Ronny, Keith Richards e Charlie Watts (o único que parece um deslocado no meio de tudo!) não ficaram nada atrás, com excelentes prestações, e a presentearem-nos com momentos muito blues, que fiquei com pena de não terem durado um pouco mais.
Desta vez, o Mr. Jagger estava a falar mais português, com uma bela pronúncia, diga-se de passagem, mas tenho a impressão a nossa Ana Moura teve algo a ver com isso, ela que fez um pequeno dueto com Mick Jagger - não me perguntem é pela música, porque eu não sou assim tão grande fã dos Stones quanto isso. Mas foi bem, muito bem :)
A meio do dia de ontem noticiavam que apenas metade dos lugares disponíveis estavam vendidos, mas a mim pareceu-me uma casa bem apetrechada, apesar de não estar esgotada. O público português é de facto o maior e ontem não se deixou ficar mal, como de costume.
Depois disto, fico surpreendida de, na minha vida, ter tido a oportunidade de ver os Stones ao vivo, duas vezes, quando pensava que isso já não iria acontecer - e mais ainda a minha mãezinha, ela sim uma grande fã e que também viu os Stones nestas duas últimas visitas.
Provavelmente eles já não virão mais a Portugal, infelizmente, mas aconselho vivamente a verem o concerto desta tour se já existir em DVD, porque vale mesmo a pena.
26 junho 2007
Publicada por Jubylee à(s) 12:51 0 comentários
Etiquetas: Concertos, Música, Opiniões, The Rolling Stones
Creepy....
Publicada por Jubylee à(s) 13:17 9 comentários
Etiquetas: Cinema, David Fincher, Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo, Robert Downey Jr, Zodiac

