Control is compromised!

Ontem tive de escolher entre rever (de uma forma correcta e sem falhar um minuto) o "Juno" (que já tinha visto nos pequenos ecrãs do avião) ou ver o filme que estreou há uma semana, "Vantage Point - Ponto de Mira". Só vos digo que, ainda bem que desta vez não fui eu que paguei os bilhetes de cinema...

Bem, a estória deste filme consiste no seguinte: o Presidente dos E.U.A., Ashton (William Hurt), está em Salamanca para uma Cimeira que tem como tema principal a luta contra o terrorismo. Há segurança por todos os lados, câmaras de TV também, mas mesmo assim ocorre um atentado contra o dito Presidente que é baleado por duas vezes. Na sua equipa de guarda-costas está Thomas Barnes (Dennis Quaid), que apenas meses antes protegeu o Presidente Ashton de outro atentado recebendo ele a bala e que por isso é posto em causa pelos colegas que não sabem se ele está à altura deste desafio. O atentado é visto de formas diferentes pelos vários intervenientes na estória e só no fim se consegue perceber o engenho que esteve por detrás de todo este acontecimento.

Bem, na minha opinião, este filme é do mais batido que há e não há nada inovador nesta estrutura, escolhida por Peter Travis. É clichés atrás de clichés, não faltando as personagens tipificadas dos terroristas, interpretados por Edgar Ramirez, Said Taghmaoui, um filme a evitar, mesmo que conte com a presença de William Hurt.
Neste filme entra também o actor, agora mais conhecido pela série Lost, Mathew Fox, Sigourney Weaver, Forrest Whitaker e também Eduardo Noriega.

E tenho dito!

12 abril 2008

A Je Recomenda


Como de costume, o link para o filme-concerto está na imagem.

06 abril 2008

Sucumbi!


Now is the time to shop in the U.S.A. ...

01 abril 2008

Lavagem Cerebral

Após cerca de 15 dias, vim do Brasil com o meu cérebro completamente condicionado em termos musicais. Aquele pessoal não conhece outra coisa que não seja Ivete Sangalo (esta mulher tem um sucesso lá que é uma coisa gigantesca!) e forró manhoso. Agora digam-me de vossa justiça, acham que os meus ouvidos foram bem tratados?? Recordo-vos que ouvi isto quase todos os dias...














(também tivemos direito a originais de Akon)







O mais engraçado disto tudo é que nos primeiros dias ninguém queria ouvir isto e no fim já pediam!

29 março 2008

Oi Galera


Pois é rapaziada! Voltei para deixar mais umas dicas. Deixem-me descansar que no fim-de-semana cá estarei.

27 março 2008

The New World

Pois é, é já amanhã! Bráziu, aí vou eu! Ai, que belas férias me esperam no outro lado do Atlântico. Devido a esta pequena pausa na minha vida tão atribulada, o blogue vai passar por mais um breve interregno, mas eu voltarei, é claro (para mal dos pecados da população geral da net, pois vou continuar a torná-la mais lenta com os meus posts :).

Entretanto, deixo-vos com duas amostras do que se pode ver pela net. Uma é uma paródia a um guitarrista muito famoso devido à sua excelente técnica: Yngwie Malmsteen.



Outra é um vídeo sobre música e piano, a propósito do Concurso de Piano da Fundação Van Cliburn, que descobri aqui. Aconselho-vos a ver os 6 vídeos com título Encore. Muito interessantes :)


Até ao meu regresso e tenham uma boa páscoa cheia de amêndoas de chocolate...

P.S.: alguém me sabe explicar como é que eu consigo postar vários vídeos do youtube de forma a passarem uns a seguir aos outros??

12 março 2008

TV Nostalgia

Hoje, enquanto andava a recordar algumas peças musicais que já não ouvia há algum tempo, lembrei-me deste anúncio. Na altura adorava vê-lo, o que não acontece com a maior parte dos reclames que passam na tv. Mas isto tinha uma razão muito especial: Ludwig Van Beethoven, mais propriamente, o 2.º Andamento da 7.ª Sinfonia (oiçam aqui a transcrição para piano de Liszt)- uma das minhas peças favoritas. Ora vejam lá se se lembram disto...




P.S. 1: parece que este é o Post n.º 100. Vamos fazer um Rave Party para comemorar??? (quem diz Rave Party, diz outra coisa qualquer...)

P.S. 2: Tânia não me esqueci do teu repto. Está para breve ;)

05 março 2008

Acho que fiquei fã!



Fui ao concerto mais por causa da minha mãezinha, que adora Charles Aznavour! Já conhecia algumas canções dele, mas hoje vi como é este homem ao vivo. E não fiquei nada desiludida. Já tem 83 anos e, àparte algumas desafinações, esteve sempre bem e cantou quase 2 horas de seguida sem vacilar e ainda dançando ao som da música, diz-me a minha mãe, como fazia há 30 anos.

No fim, para variar, a civilidade do povo tuga veio à superfície no momento de pagar o estacionamento e sair do mesmo...E era gente de uma faixa etária mais velha (seria de esperar um maior civismo...mas não...)

24 fevereiro 2008


Eu gostava que o Johnny Depp finalmente ganhasse um Oscarzito (for what is worth...), mas com uma interpretação destas, acho que ainda não é este ano.

20 fevereiro 2008

R.I.P. Roy Scheider (1932 - 2008)

Talvez seja mais conhecido pelo papel principal no filme "Jaws" ou talvez pela série "Seaquest DSV", mas o meu filme favorito com o Roy Scheider é mesmo a "Casa da Rússia" (I just love this movie!!). Se bem que, "All That Jazz" também seja um filme a reter.
Apesar de nunca ter tido uma projecção por aí além, acho que este actor se vai manter na nossa memória cinéfila durante muito tempo.

12 fevereiro 2008

All The Lonely People




...um filme a rever, sem dúvida...

07 fevereiro 2008

Classic Wonders

04 fevereiro 2008

A Je Recomenda...

"3 Pianos" inclui peças desde a época barroca com Bach, passando pelo Classicismo com Mozart até ao século XX com, entre outros, Poulenc e peças dos próprios Laginha e Sassetti. É uma ideia diferente e que tem o mérito de aproximar um pouco mais o público da música dita "erudita" e mesmo do jazz, géneros musicais postos um pouco de parte pelo público português, que continua a preferir coisas como "Just Girls"...

Um belo concerto com 3 pianos, às vezes em conjunto, às vezes 2 de cada vez, às vezes só 1...

O som está bom, mas quem editou este concerto devia ter em conta que encerrar num único DVD um concerto de duas horas e meia, mais uma entrevista com os três intervenientes de pouco mais de 30 minutos, mais uma galeria de fotografias, leva a que se perca alguma qualidade, nomeadamente na imagem, onde se nota (apesar de na capa indicar que foi gravada em alta definição) alguma pixilização durante todo o concerto (nada de muito óbvio, mas mesmo assim, acho que não havia necessidade...). Espero que, numa próxima edição, dividam o Concerto e os Extras em dois DVD separados.


Eu recomendo bastante, pelo menos a audição deste espectáculo pianístico, da responsabilidade de 3 grandes pianistas "da nossa praça": Bernardo Sassetti, Mário Laginha e Pedro Burmester. Os dois primeiros, mais conhecidos pelo seu trabalho no mundo do jazz e o último, já reconhecido como pianista concertista. O CD também está disponível, tal como o DVD, de momento, apenas nas lojas da cadeia FNAC.
Eu queria colocar aqui um vídeo, mas não consigo encontrar nada disponível...

03 fevereiro 2008

I Will Have Vengeance

Ah! Como é bom ter uns dias sem ter de fazer o que quer que seja. Como tal, estou a aproveitar para ver o máximo de filmes no cinema que puder, porque daqui a um mês e durante não sei quantos mais, lá se vai a minha vida in the dark room...:(
Como o "Atonement" vai concerteza ficar pelos cinemas mais umas boas semanas, hoje decidi-me por um dos filmes de estreia, "Sweeney Todd - The Devil Barber of Fleet Street", pelo Tim Burton. Gostava de ter ido ver a peça ao Teatro Aberto, mas como não havia companhia, acabei por não ir.

"Sweeney Todd" é a estória de Benjamin Barker (Johnny Depp), o melhor barbeiro de Londres, que devido à inveja e cobiça do Juiz Turpin (Alan Rickman), é incriminado de um crime que não cometeu e perde a mulher e a filha. Barker volta de novo a Londres, 15 anos depois e claro que tudo o que ele quer é vingança contra aquele que desgraçou a sua vida. A partir deste momento ele passa a chamar-se Sweeney Todd e instala-se na sua antiga casa com o apoio de Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter). O filme conta ainda com a presença de Timothy Spall, Sasha Baron Cohen e um quase estreante, Jamie Campbell Bower.

Esta é uma adaptação da peça homónima escrita por Steven Sondheim, um escritor muito conhecido tanto de peças apresentadas na Broadway ("Little Night Music"...ah, como eu adoro "Send in the Clowns"! Parece que foi escrita de propósito por Sondheim para a actriz Glynis Johns apesar de se ter tornado mais conhecida na voz de Frank Sinatra) ou mesmo de filmes, como "West Side Story".


Estava assim um bocado sem saber o que esperar disto. É claro que o Tim Burton já tinha feito musicais, mas os que eu conheço são todos com os bonequitos (e ainda não consegui ver nenhum deles até ao fim; o único que vi na totalidade foi o "Vincent") - para mim é um pouco diferente cantar por cima de uma animação e ter de cantar ao mesmo tempo que se tem de interpretar (se bem que, quando se canta uma canção tem-se sempre de fazer uma interpretação e fazer um pouco de actor). Mas, ainda não vi um único filme de Burton que não gostasse e eu gosto de musicais (pelo menos quando são bem feitos). Por isso, não tinha grandes hipóteses de sair dali desiludida :) Eu recomendo e acho que vale bem os 5 euros e tal, but you tell me!

Só mais uma nota de referência aos globos de ouro (que coisa mais frouxa foi aquilo, este ano...) ganhos na categoria de melhor filme e de melhor actor (musical ou comédia) e para as nomeações para os óscares nas categorias de Melhor Actor, para Johnny Depp (quando é que este homem recebe um Óscar??), de Art Direction (não me ocorre agora o nome da categoria em português...) para Dante Ferretti (Art Direction) e Francesca Lo Schiavo (Set Decoration), ambos já nomeados anteriormente por vários filmes; e Guarda-Roupa, para Colleen Atwood, que também já foi nomeada por vários filmes, ganhando mesmo com "Memoirs of a Geisha" e "Chicago".

01 fevereiro 2008

Three Down and I Couldn't Do It - The Darjeeling Limited

Pois é meus amigos! Não consegui cumprir os meus objectivos (o "Atonement" ficará para amanhã...). Mas mesmo assim acho que não foi mau, tendo em conta que tive exame hoje :) (também tenho de estudar não é?)...

Hoje fui ver um filme que, perto de mim, só estava em 2 cinemas, ambos em Lisboa: Monumental e UCI El Corte Inglés. Como já viram, trata-se do último trabalho de Wes Anderson, o autor de um dos meus filmes favoritos: "The Royal Tennebaums" (que, aliás, comprei hoje, foi a minha prenda para mim própria ;) - pois é, eu sei, tenho muitos filmes favoritos, mas eu sou assim, gosto muito de muitos filmes.

"The Darjeeling Limited" é mais um filme que retrata uma família algo disfuncional. Neste caso, 3 irmãos, que há um ano se separaram e se afastaram. O mais velho, Francis Whitman (Owen Wilson), tenta uma reaproximação com os irmãos, Peter (Adrien Brody) e Jack (Jason Schwartzman), tendo como base uma viagem espiritual, através do expresso Darjeeling Limited, levando-os através do deserto remoto da Índia em busca de uma nova confiança e intimidade entre eles. A viagem não corre como previsto, como já se estava a ver, mas leva-os para caminhos inesperados, caminhos que se vão tornar os mais certos e os que eles precisavam para realizarem uma catarse.

O filme divide-se em 2 partes, sendo a primeira uma pequena curta - "Hotel Chevalier" - com a personagem de Schwartzman e a sua ex-namorada, aqui interpretada por Natalie Portman. É uma pequena introdução, interessante, na minha opinião, ao filme.

Além dos 3 actores principais, o outro grande actor nesta trama familiar são as malas de viagem dos 3 irmãos, todas com o mesmo padrão e letras iniciais e que estão quase sempre presentes.

Como nota de curiosidade, "The Darjeeling Limited" é também escrito e produzido por Roman Coppolla (como devem saber, primo de Jason Schwartzman).

O filme compõe-se de momentos hilariantes e outros mais tristes, filmados da maneira típica de Wes Anderson, com as personagens algo caricatas habituais na sua filmografia e um mundo cheio de cores fortes e contrastantes. Atentem a Bill Murray que surge num pequeno cameo e Anjelica Houston também dá um ar de sua graça, como tem vindo a acontecer nos últimos filmes de Anderson.
Eu recomendo, mas convém despacharem-se, porque se está mesmo a ver que o filme não vai ficar por aqui durante muito mais tempo...
P.S.: desculpem este português, mas não estava nas melhores condições ambientais (ando sem computador, por isso tenho de me sujeitar ao que há).

30 janeiro 2008

Two Down, Two to Go: 3-10 to Yuma

Ontem foi o dia de ir assistir a "3-10 to Yuma" (ou, se quiserem, "O Comboio das 3 e 10"). O último filme de James Mangold, também responsável por, entre outros, "Walk the Line" (sobre a vida de Johnny Cash, com Joaquin Phoenix e Reese Witherspoon), "Girl, Interrupted" (com Anjelina Jolie, Winona Ryder ou Vanessa Redgrave) ou "Cop Land" (que contou com a prestação de Silvester Stallone, Ray Liotta, Harvey Keitel, entre outros...).
Também neste "3-10 to Yuma", Mangold rodeia-se de excelentes actores como: Russell Crowe, Christian Bale, Peter Fonda, Ben Foster, Logan Lerman ou Luke Wilson, num papel mais pequeno. Esta é uma nova versão do filme de 1957, de mesmo nome, realizado por Delmer Daves, e conta a estória de Ben Wade, um ladrão e assassino do Velho Oeste, que é perseguido pela empresa dos Caminhos de Ferro, o seu principal alvo. Ben Wade, comete um erro e é apanhado principalmente devido à intervenção de Dan Evans, um rancheiro que está na miséria e em risco de perder as suas terras para a mesma empresa de Caminhos de Ferro. Ben Wade tem de ser levado até Contrition onde deve apanhar o comboio das 3 e 10 para a prisão de Yuma. Evans oferece-se para ajudar nessa viagem em troca de dinheiro (e também para demonstrar ao seu filho mais velho que é um homem com coragem e que faz as coisas) e assim começa a penosa caminhada.
Ben Wade, chefia um gang de homens violentos e selvagens, que têm gozo em matar mas que ao mesmo tempo nutrem (na sua maioria) um grande respeito por ele. [spoiler ?]Apesar de mostrar frieza na suas acções, Wade não é exactamente aquilo que parece e os seus objectivos de vida não se reduzem a roubar e matar por dinheiro. Ao longo do caminho até Contrition, Wade vai conhecendo melhor o seu oponente, que não é necessariamente o seu rival, ganhando respeito por ele. [fim de spoiler?]

"3-10 to Yuma" é, no fim de contas, um filme sobre honra, decência, fazer o que está correcto e respeito entre homens.

James Mangold assina aqui um grande filme, na minha singela opinião. [spoiler] Como todos os filmes, este apresenta a sua batalha final, mas não é como nos outros filmes, em que parece que é obrigatório tê-la, mesmo quando não há razão para ela existir, apenas existe porque faz parte da ordens das coisas. Aqui a batalha final é algo natural, é o que se espera quase desde o início do filme e termina de uma forma tão certa.. [fim de spoiler (se é que isto foi spoiler...)].

Quanto aos actores, o que hei-de eu dizer? Russell Crowe é um dos meus actores favoritos há já alguns anos e por isso sou suspeita, mas acho que ele aqui volta em grande, mesmo em grande! Melhor do que em "American Gangster". Christian Bale, um actor que também respeito, está, como sempre, perfeito - um actor que soube crescer nesta indústria... Ben Foster confirma o que já se tem dito sobre ele - está a tornar grande e se continuar assim quem sabe onde vai parar.

Penso que a revelação, aqui, está em Logan Lerman. Por acaso já conhecia este jovem actor da série "Jack and Bobby", que passava às tantas na RTP 1 às uns tempos...Penso que esta nova exposição pode ser o re-start na carreira de Lerman, mas só o tempo dirá se estou certa ou errada.

Só uma nota acerca da adaptação feita da estória de Elmore Leonard. Ele é o autor desta mas também de outras adaptadas ao cinema. Entre elas estão:

Bem, agora o próximo é que não sei qual será. Vai ser consoante a inspiração..

28 janeiro 2008

One Down, Three To Go - Cloverfield

E pronto! Lá começou a minha maratona da semana. Comecei, como é óbvio (não pela superioridade do filme - porque ainda não vi os restantes para comparar - mas sim pelo título do post...), pelo último filme produzido J.J. Abrahams e que tanto deu que falar na net nos últimos meses.
"Cloverfield" trata da estória de um grupo de amigos que, durante a festa de despedida de um deles, Rob Hawkins, se vêem no meio de uma invasão de algo (sim, é um bicho, mas agora dizer o que aquilo é, é que eu não consigo dizer...sorry) que está a destruir Manhattan. E no meio entram os militares. E basicamente é isto (é um blockbuster, queriam o quê?).

Eu bem sei que, pelo que acabei de escrever, parece que não gostei do filme, mas a verdade não podia estar mais longe.

Durante estes últimos meses e desde que surgiram os primeiros boatos sobre a nova e hiper-mega-ri-fixe produção do J.J. Abrahams, que deixei de ler ou ver o que quer que saísse. Sejamos sinceros, a última vez que houve um hype tão grande acerca de um filme pelo mundo virtual que é a net, foi sobre o "Snakes on a Plane" e todos sabemos o quão virtual era a qualidade desse filme... Por isso, tentei abstrair-me do que se dizia e muito menos ver trailers ou o que quer que fosse acerca de "Cloverfield", para aproveitar o que dali ia vir (mau ou bom).

Sim, é um blockbuster e por isso não se pode esperar coisas muito profundas e melodramáticas. No entanto, o filme resulta muito bem, não só por ser filmado (penso eu, que) literalmente de câmara ao ombro e não só (para quem não aguenta ver imagens tremidas durante muito tempo que se prepare...), mas, também, pelo ambiente mais realista da cena, sem amores impossíveis ou amizades mais profundas do que a vida (bem, isso está lá, mas de uma forma mais ténue, mais - não sei se a palavra é esta - verdadeira). Penso que o uso de actores desconhecidos do grande público ajudou a criar essa atmosfera e é difícil, ao ver o filme, não acreditar que aquilo podia acontecer e que aquelas pessoas podiam existir. E aqui reside, na minha opinião o grande trunfo de "Cloverfield": as personagens que podiam ser a pessoa que passa por nós na rua. Há montes de filmes que filmam os eventos desta forma, mas aqui o trabalho de actores foi fundamental, quase todos com experiência maioritariamente em TV. Não conheço nenhum deles, mas posso destacar aqui Michael Stahl-David, T.J. Miller e Jessica Lucas.
Também o realizador, Matt Reeves, tem um passado na TV e na minha opinião não se saiu nada mal.

Nota: mas qual é a cena do "Nome de Código" que as distribuidoras portuguesas tanto insistem em colocar nas designações nacionais de certos filmes??? Já cansa, não?


Bem, parece que a escolha não me saiu furada. Amanhã temos "3-10 to Yuma".

27 janeiro 2008

Sugestão



...às 22:45...
(Um dos meus filmes favoritos...falta-me ver a versão original, "Fingers")


...às 00:30...


Para não variar, na RTP 2.


Ah, e ainda, na RTP 1:
Para recordar uma das melhores performances de Heath Ledger...

...às 23:15...

26 janeiro 2008

Até Quarta-feira...

...quero ver estes filmes:









Wish me Luck!
Entretanto, acabei ontem de ler o livro "Expiação" de Ian McEwan (de rajada, diga-se de passagem). Nunca li um livro tão rápido. Muito bom mesmo. Agora tenho a fasquia muito alta em relação ao filme, vou ficar desiludida, como é óbvio - o filme nunca supera o livro. Mas estou curiosa.
O livro, recomendo vivamente! Adoro a descrição das personagens e daquilo que as motiva, o que as leva a ter determinadas atitudes - muito pormenorizada, mas nunca aborrecida ou chata. Adoro a descrição que o escritor faz da guerra, tanto nos combates como nos pontos mais recuados, como os hospitais que recebem os feridos e as pessoas que aparentemente nada têm a ver com a causa da guerra mas que são afectadas por ela. O livro não trata apenas daquele triângulo Robbie-Cecilia-Briony, mas envolve muito mais do que isso.

RIP Heath Ledger (1979-2008)

Fiquei mesmo chocada quando vi ainda há minutos a notícia de que Heath Ledger morreu (provavelmente de overdose)...É que não estava mesmo nada à espera...
Parece que a última coisa que vamos ver dele vai ser mesmo o novo Batman...



Mais um atrás de Brad Renfro. Mas havia alguma necessidade disto? Porque é que esta gente não consegue ser pura??

23 janeiro 2008